Quem tem direito
Ser segurada é o que decide
Salário-maternidade
Guia do salário-maternidade: 120 dias, valor entre R$ 1.621 e R$ 8.475,55, o fim da carência para MEI e autônomas e o direito de quem está desempregada.
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As regras mudam conforme a sua categoria.
Ser segurada é o que decide
120 dias em todas as categorias
Sem carência, por decisão do STF
Até 36 meses de período de graça
Basta comprovar a atividade
Os números que valem neste ano.
O salário-maternidade é devido a toda segurada do INSS, em três situações: parto, adoção ou guarda judicial para fins de adoção. Vale também em aborto espontâneo (14 dias) e natimorto (120 dias).
Têm direito:
→ Quem tem direito em detalhe, categoria por categoria → Trabalhadora rural: como comprovar a atividade
Até recentemente, MEI, autônomas, facultativas e seguradas especiais precisavam de 10 meses de contribuição. Quem engravidava logo depois de começar a contribuir ficava sem nada.
O STF declarou a exigência inconstitucional nas ADIs 2110 e 2111, e o INSS implementou pela IN 188/2025. Hoje basta ter qualidade de segurada na data do parto.
→ Salário-maternidade para MEI e autônoma
Sair do emprego não elimina o direito. Enquanto durar o período de graça, você continua segurada — e ele pode chegar a 36 meses somando as extensões.
→ Salário-maternidade para desempregada: como calcular o período de graça
Depende da categoria:
| Categoria | Valor |
|---|---|
| Empregada CLT | Salário integral do mês |
| Doméstica | Último salário de contribuição |
| Avulsa | Média dos salários |
| MEI, autônoma, facultativa | Média dos 12 últimos salários de contribuição |
| Desempregada | Média dos 12 últimos salários de contribuição |
| Segurada especial | Um salário mínimo |
Limites em 2026: R$ 1.621,00 e R$ 8.475,55 (Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 09/01/2026).
A escolha do plano aparece aqui. Quem contribui por conta própria no plano de 20% e declara acima do mínimo recebe salário-maternidade proporcionalmente maior. É um dos poucos benefícios em que a diferença se materializa rápido, e não só na aposentadoria. Entenda os planos.
120 dias, a partir do parto ou de até 28 dias antes.
→ Valor e duração: o que muda em cada categoria e quem paga
Isso muda por categoria e define o que você precisa fazer:
Empregada CLT — a empresa paga. Você não requer nada ao INSS: comunique o RH e apresente o atestado ou a certidão de nascimento.
Todas as demais — o INSS paga direto, e o pedido é seu:
Também dá para pedir pelo 135.
O prazo para requerer é de 5 anos contados do parto.
Em regra, o benefício é da segurada. Mas o homem recebe em duas situações:
Isso é diferente da licença-paternidade, que é paga pelo empregador e tem duração bem menor.
→ Como ler a decisão e recorrer
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São 120 dias, mas o valor muda conforme a categoria. Veja como é calculado para CLT, autônoma, MEI, doméstica e rural — e quem paga cada caso.
120 dias em todas as categorias
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sem carência decisão do STF
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